terça-feira, 13 de março de 2012

Pecaminoso ser

Não serei tão ingênua a ponto de acreditar
que não és o mestre que tanto demoro a esperar
senhor das trevas bruto mal amado
desordeiro e sem dó?
nunca!
és o meu mestre senhor bondozo
de olhos de vidro como o sangue que corre
em veias doces como a camponesa
Senhor eterno voltastes a andar
neste mundo imundo graças aos infernos
tornenos seus aliados
e me de a unica chance de dizer
sejas bem vindo senhor!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

contos sem demora...

 
Lord Donavan andava por estradas escuras e frias, muitas vezes a neve lhe fazia conpanhia , mas seus olhos vermelhos de ódio , pois carregava o peso da traição, o mantia quente.
Donavan atravessou seculos a fio a procura dos culpados pela a morte de sua metade, não sua metade humana mas a metade que lhe mantia vivo: Lady Scarlat .
Após tantos quilômetros de solidão e saudade rasgante a seu peito silêncioso, ele enfim encontrou um rosto semelhante a de scarlat , e viu novamente uma fasica nascer em sua alma perdida.
Dovanan a vigiou, a manteve em segurança, matou quem a seguia com olhos libidinosos e manteve-se atento a tudo , ate que deixou-se mostrar mas seu medo mesmo sendo oculto, apareceu.
Donavan queria deixar de existir, mas as mãos quentes e sedosas de scarlat o consolara e ele pode finalmente chorar lágrimas não de sangue mas de alegria, um ser das trevas desprovido de sua metade agora esta reconstruido, toma em seus braços sua amada perdida. 
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Na noite que desce a cada minuto, passos afoitos pelos tumulos
o vestido negro de renda e bordas onduladas cabelos negros, olhos claros, pés descalços , respiração forte.
sussurros , gemidos e o coração alto a bater, uma voz lenta e sedutora
-não corra pequenina criança, eu estou aqui.
um pequenino corpo uma donzela indefeza sua vida por um fio , a lama do cemitério antigo suja suas unhas.
então uma cruz alta e imponente põe fim a sua corrida pela a sobrevivência.
-é o fim criança, não corras mais, descanse em meus braços agora.
um subto virar do pequenino corpo e o fim lhe chega, o sangue escorre por seu decote , os braços e pescoço , na boca sedutora, um beijo manchado
-agora durmas em paz pequenina, eu te amo!
uma rosa negra uma cova fresca , adormece jovem donzela, seu amor será eterno.
 
Na noite que desce a cada minuto, passos afoitos pelos tumulos
o vestido negro de renda e bordas onduladas cabelos negros, olhos claros, pés descalços , respiração forte.
sussurros , gemidos e o coração alto a bater, uma voz lenta e sedutora
-não corra pequenina criança, eu estou aqui.
um pequenino corpo uma donzela indefeza sua vida por um fio , a lama do cemitério antigo suja suas unhas.
então uma cruz alta e imponente põe fim a sua corrida pela a sobrevivência.
-é o fim criança, não corras mais, descanse em meus braços agora.
um subto virar do pequenino corpo e o fim lhe chega, o sangue escorre por seu decote , os braços e pescoço , na boca sedutora, um beijo manchado
-agora durmas em paz pequenina, eu te amo!
uma rosa negra uma cova fresca , adormece jovem donzela, seu amor será eterno. 
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Lord Donavan andava por estradas escuras e frias, muitas vezes a neve lhe fazia conpanhia , mas seus olhos vermelhos de ódio , pois carregava o peso da traição, o mantia quente.
Donavan atravessou seculos a fio a procura dos culpados pela a morte de sua metade, não sua metade humana mas a metade que lhe mantia vivo: Lady Scarlat .
Após tantos quilômetros de solidão e saudade rasgante a seu peito silêncioso, ele enfim encontrou um rosto semelhante a de scarlat , e viu novamente uma fasica nascer em sua alma perdida.
Dovanan a vigiou, a manteve em segurança, matou quem a seguia com olhos libidinosos e manteve-se atento a tudo , ate que deixou-se mostrar mas seu medo mesmo sendo oculto, apareceu.
Donavan queria deixar de existir, mas as mãos quentes e sedosas de scarlat o consolara e ele pode finalmente chorar lágrimas não de sangue mas de alegria, um ser das trevas desprovido de sua metade agora esta reconstruido, toma em seus braços

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A luz que ilumina a estrada vazia, que mostra ocaminho seguro, que intensifica a maturidade. O passado que mostra a certeza de um belo futuro, a beleza de um terrivél presente , não devera ter sentido as palavras tolas do ser humano, quem sois vós para dizer quem somos? As criaturas perfeitas, as magnitudes do poder, a força da armadura sem cor, a cabeça sem face. Não somos percebivéis , somos conquistados, seres da noite, do dia, dos céus , das trevas. Quem somos? tente saber, tente ao menos chegar perto, eu estou aqui....consegue me ver?

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A senhora de tudo

 
EU SOU A LEI, EU SOU A TERRA, EU SOU A ONDA, EU SOU O PLANETA EU SOU O UNIVERSO, EU SOU A ESTRELA QUE TU OLHAS E VENERA, EU SOU A MORTE QUE TÚ CHORAS, SOU AS LÁGRIMAS DE DESESPERO, SOU A COMIDA QUE TE MATA.

SOU O INFERNO QUE TE QUEIMA , SOU O SOL QUE TE TORRA, SOU O GELO QUE TE CONSERVA, SOU O ABISMO QUE TE ENGOLE, SOU A ESPADA QUE TE MARCA O FERRO QUE TE TATUA.

EU SOU A RAINHA A DEUSA A GRANDE MÃE.
EU SOU SENHORA DE TUDO E DE TODOS, CADA UM QUE PERMANECE VIVO DEVE ME VENERAR TODOS DEVEM SE DESESPERAR POIS EUE STOU DE VOLTA, EU NUNCA MORRI , EU APENAS ADORMECI....

COMEÇEM A CRER , POIS TODOS OS REINOS CAIRAM DIANTE DE MEUS PÉS, JUNTO COMIGO ESTARÁ MEU GUARDIÃO.

JUNTEN-SE TODOS E VENHAM, EU ADORO AS LUTAS E O FINAL DE CADA UMA, GOSTO DAS RELÍQUIAS QUE POSSO GUARDAR DEPOIS DE CADA MORTE.

TOMABARÁS PERANTE MEU GRITO ,E JAMAIS OUSARÁSA SE LEVANTAR. POIS QUEM MANDA NA GRAVIDADE SOU EU.

PNTO FINAL.
Eu não vou ser de modo timida
não estou a te olhar nos olhos
de vidro, mas não olhes para
meu rosto enquanto lé esta carta.

Não me importo com teu passado
muitas árvores são cortadas,
mas nenhuma delas recebeu
um notificado de que seria morta
A chamada escolha, para muitos
não existe, nos é tirada antes
mesmo de sabermos que ela existe. 
não sei se ainda me esconderei
de você atrás destas janelas
escuras, parece que ainda sim
consegueme ver, mais que diabo
de coisa é você? não me assuste
entrando pela a minha janela
e tirando minha vida, para dar
continuidade a tua, mesmo que eu queira.

Há coisas raras neste planeta
que não enchergamos, e quando vimos
queremos tanto estas coisas, com tamanha
ganância, que a matamos, sem ao menos
apriveita-las
Exite um ser de raridade entre
nós será que não enchergam? não
a sociedade é cega demais, por isso
diminui aos tantos.
Quem dera eu poder fazer parte
da diversão deste ser raro, mas
de sua parte, já esta ocupado
seu dedo esquerdo, lástima
mas como sempre foi para mim
e será, mais uma vez
vou ve-lo partir, sem nada dizer
quero arrancar-te de minha visão
antes que eu sucumba a tua
respiração e essência.
A dor da morte nada é comparada a dor
da solidão que te mata a cada segundo
mas é ainda pior, quando
ela te suga, e não te devolve a vida
mas sim a leva de vez.

Maldito ser de raridade, va-te
daqui com tua beleza, não quero
ver tua alma invisivél,
não quero matar-me novamente
por dentro, digo-te Adeus
fiques bem...e que
tu e teu amor eterno
sejam felizes em
teus sepulcros de marmore negro
meu doce anjo da morte.

Não ouso-te dizer uma certa palavra
pois irás ingnorá-la

Luisiana connor Kondory